Usar resíduos agrícolas em produtos cosméticos

FOTO HANS/ PIXABAY

A AGROPHENOLS está a transformar resíduos agrícolas subaproveitados, como bagaço de uva e folhas de oliveira, em ingredientes bioativos de alto valor

Segundo as contas da empresa, todos os anos mais de um bilião de dólares em alimentos é desperdiçado e 400 mil milhões desse valor nunca chegam sequer a sair das explorações agrícolas, com custos de eliminação para os agricultores, para além do custo ambiental que representa esse desperdício. A proposta da AGROPHENOLS é transformar este desperdício em valor. Localizada perto dos produtores e apoiada por um laboratório de investigação no Taguspark, a AGROPHENOLS criou condições para reduzir as emissões de transporte, reforçar a rastreabilidade e manter o valor nas economias rurais.

A AGROPHENOLS afirma aplicar técnicas de extração sustentáveis e métodos analíticos avançados para fornecer extratos padronizados dos principais polifenóis, como a catequina, o resveratrol e a quercetina, com intervalos de teor ativo definidos e controlados e desempenho antioxidante comprovado para cadeias de abastecimento globais. Estes extratos e misturas visam o envelhecimento saudável, o apoio cardiometabólico e cognitivo, a saúde capilar e o equilíbrio anti-inflamatório.

A AGROPHENOLS opera em conformidade com o Pacto Ecológico Europeu e vários Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU ao transformar subprodutos subutilizados em ingredientes que reduzem o desperdício e as emissões que lhe estão associadas. Através da garantia de escoamento para fluxos agroindustriais como o bagaço de uva, a empresa ajuda agricultores e cooperativas a monetizar perdas iniciais na cadeia de abastecimento enquanto atenua a pressão climática e de resíduos sobre os produtores que trabalham com margens apertadas. Para marcas de alimentos, nutracêuticos, cosméticos e de bem-estar, polifenóis padronizados de alta pureza, combinados com abastecimento circular, permitem relatórios ESG e narrativas de impacto mais defensáveis.

A empresa está agora a estabelecer parcerias com agricultores e cooperativas que pretendam transformar desperdício agrícola em rendimento previsível, bem como com marcas que procuram ingredientes naturais rastreáveis e de elevado desempenho que reforcem tanto os produtos como as estratégias ESG. A empresa também colabora com universidades e instituições de investigação que impulsionam a bioeconomia circular.

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